quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Monólogo.
O tempo passa e você ainda continua aqui, mas não ao meu lado com aquele teu jeito engraçado e sotaque meio pesado. Faz tempo e ainda lembro aquele beijo, que me soou como uma despedida se já não seria a própria. E foi pela chuva que você caminhou sozinho, em outra direção. Você não se sente perdido ai desse lado? Ficou tão complicado por aqui e difícil de esquecer. Você me falava que ia embora e contava os kms que percorreria e já ficava frio em um corpo quente de uma balada calorosa. Era assim, seria desse jeito que eu te queria, já que eu te via e nunca pensei que por ti eu pensaria e desejaria que o tempo passasse mais rápido, voando e sem um gosto amargo. Mas você se quer notou, foi beber com os amigos e assim ficou. Ficou aquela noite, resultado de outras conversas jogadas fora com o mesmo desejo. Mas ficou marcado, pois ainda está marcado. Até quando? Já haverão abraços preenchidos, beijos dados e pensamentos revestidos. Mas o tempo espera, ele é calmo, sereno e doloroso. Mas o amor, sem saber o que seria esse amor, ele fica quieto, não espera, se acomoda. E você volta.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Marca Texto.
"No dia trinta e um de dezembro eu olhei para o céu, tentei imaginar aonde estava você, como estava você. Tentei visualizar o seu rosto, o seu sorriso, os seus abraços de felicitações de ano novo. Tentei sentir a sua bebida gelada e o seu corpo quente. Depois da meia noite eu olhei para o céu e uma estrela me chamou a atenção. Era grande, forte, e tinha uma luz diferente das outras... Olhei pra ela, fechei os olhos, fiz um pedido. Eu pedi pra você ser feliz. Pedi pra você ter um ano bom, pra você ter paz, aquela paz com sabor de qualquer fruta boa e doce. Pedi pra você atingir as suas metas. Pedi pra você sentir meu abraço. Meus braços lhe envolvendo e lhe tirando todas as energias negativas, todos os problemas, todos os temores. Pedi pra você sentir meu beijo. Minha boca lhe tirando todas as palavras, desamores, desilusões e dificuldades. O terceiro nó é SEU, mas não pedi você pra mim. Pedi pra vida andar no seu rumo, de acordo com as suas leis. Pedi pra ser feito o melhor para nós dois, mesmo que isso me mantenha longe de você!"
Por Clarissa Corrêa
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
De 2011 para 2012, com carinho.
Bem que eu queria entender o motivo de ficar tão sentimental nessa época, juntando o Natal e o Ano Novo em praticamente uma semana, é muita informação. Não que eu seja aquelas alucinadas pelo Natal, mas sempre rola aquele clima com aqueles que não se deve negar que seria sua família reunida. E logo depois você é bombardeado por lembranças de diversas formas desses dias que formaram 2011, que, diga-se de passagem, passou rápido, mas não deixou de ser suficiente para tanta coisa poder acontecer, fluir, acabar e você recomeçar. Eu sempre tento pensar em cada momento, não sei vocês, já que eu sou daquelas sentimentalistas com os pequenos detalhes. E eu posso falar que esse ano foi assim, eu realmente pude sentir que o mundo girou. Ah! Vamos lá! Tanta coisa que eu não poderia imaginar aconteceu da forma mais louca, elaborada e sem noção. Aprendi que cada vez mais a vida te tira para que você tenha força para receber algo de melhor nela, que o amor está bem mais próximo do que amar a pessoa do seu lado, e sim, amar você primeiramente. E que depois disso você consegue da o verdadeiro valor as pessoas que você mais amou e nunca parou para perceber isso. Há também aquele outro tipo de ironia da vida, quando aquele carinha que você e suas amigas zuavam se tornou aquele que você sonhava. E assim vai, o dobro que eu chorei foi a soma do que eu ri, e como eu ri, daquela minha forma mais exagerada. Eu consegui esquecer fácil o que eu pensava que seria difícil, amei e dei valor a minha liberdade, tive medo de amar, mas depois amei não pelo bonito, mas pelo o que me fazia sentir de mais bonito. Me encantei quantas vezes foi necessário para me apaixonar, mas também amei ou continuo amando, e de formas diferentes. Beijei sem medo da mesma forma como fiz loucuras sem pensar que o amanhã não me desapontaria. Falei palavras tão duras, mas consegui o perdão da forma mais carinhosa. Me desapeguei e me apeguei pelo mais banal, pelo mais verdadeiro. E tive tantas conquistas e perdas no momento que eu pude lutar por elas, mas eu confesso que falhei, comigo mesmo até. Entrei na faculdade, viajei, bebi, fiquei de maior, não cresci nenhum cm, dancei, fiquei doente que até cicatriz eu tive, fui trollada, trollei, fotografei, errei, gastei até o que eu não tinha, fui odiada, quiseram me bater, descobri anônimos que me odiavam e me amavam, conheci lugares, seus defeitos e suas qualidades, fiz besteiras e chorei com medo do futuro. Mas estou aqui, da forma mais forte possível, desejando que o mundo melhore, você melhore, eu melhore... E o que eu mais desejo é FORÇA! Desejo isso pelo motivo que é uma das coisas que eu mais estou me desejando para este próximo ano, veja bem, do que adianta desejar paz se você não tem força para lutar por ela? Querer viver, amar e ser amado, ter dinheiro, sucesso e bebida? Com amor, desejo Força, 2012.
terça-feira, 14 de junho de 2011
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